Diman (Líbano) — A Igreja Maronita iniciou neste sábado (25) as cerimônias de beatificação de Elias Hoyek, reconhecido como um dos principais arquitetos da soberania libanesa. Fiéis do país e da diáspora acompanham a celebração, que marca a elevação do patriarca ao status de beato.
Quem foi Elias Hoyek
Hoyek exerceu forte liderança religiosa e diplomática no início do século XX, defendendo a autonomia do então Grande Líbano durante o mandato francês. Por essa atuação, ficou conhecido como um dos “pais da pátria”. A beatificação reconhece sua influência espiritual e seu papel na consolidação de um Estado libanês plural e pacífico.
Egito investiga discriminação contra atleta cristão
No Egito, o Ministério da Juventude e Esportes abriu investigação depois que um garoto de 13 anos foi barrado em um clube de futebol por ter nome cristão. A pasta determinou apuração da conduta do treinador, encaminhou o caso ao Ministério Público e prometeu transparência nas punições, afirmando que não tolerará intolerância religiosa em instituições esportivas.
Päivi Räsänen recorre a tribunal europeu
A ex-ministra finlandesa Päivi Räsänen levou ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos uma condenação por “discurso de ódio” relacionada a um panfleto religioso publicado há 20 anos. O processo é considerado um teste para a liberdade de expressão e de religião na Europa; a parlamentar sustenta que a decisão ameaça o direito de manifestar crenças bíblicas mesmo quando contrárias ao entendimento predominante.
Padres irlandeses pressionam por cessar-fogo em Gaza
Uma rede que reúne mais de 2.400 padres, entre eles bispos e cardeais, pediu ao governo da Irlanda que exija um cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza e leve possíveis violações de direitos humanos ao Tribunal Penal Internacional. O grupo destaca a necessidade de garantir ajuda humanitária e de promover uma paz duradoura na região.
Venda de imóveis para indenizar vítimas na Austrália
Na Austrália, o Edmund Rice Education Australia concordou em liquidar propriedades doadas pelos Irmãos Cristãos a fim de financiar indenizações a sobreviventes de abusos. O acordo prevê que os valores arrecadados sejam destinados integralmente a um esquema de reparação, encerrando as atividades da organização no país.
As decisões e iniciativas relatadas refletem a crescente atenção mundial às questões de liberdade religiosa, justiça e responsabilidade social dentro e fora das instituições eclesiásticas.
Com informações de Gazeta do Povo