Um incêndio de grande dimensão atingiu o Hospital Especializado Mãe de Cristo, na Nigéria, em 10 de maio de 2026. Apesar de ter consumido alas administrativas e equipamentos caros, uma estátua da Virgem Maria instalada na recepção permaneceu totalmente ilesa, fato que atraiu fiéis e curiosos ao local.
Suspeita de curto-circuito
A administração da unidade informou que o fornecimento de energia estava instável na noite do acidente, com oscilações a cada poucos segundos. A suspeita é de que uma sobrecarga elétrica tenha provocado um curto-circuito por volta das 22h, momento em que a maioria dos funcionários já havia encerrado o expediente.
Prejuízo estimado em 1 bilhão de nairas
Foram destruídas a recepção, escritórios administrativos, a sala de controle de câmeras e o setor de pediatria. Entre os equipamentos perdidos estão 23 computadores novos, scanners, impressoras, televisores, geladeiras e aparelhos de ar-condicionado. O custo para reconstruir as áreas afetadas e repor o material é calculado em cerca de 1 bilhão de nairas, equivalente a aproximadamente R$ 4 milhões.
Imagem intacta surpreende funcionários e moradores
Objetos posicionados ao lado da imagem, como um bebedouro que derreteu por completo e cabos de câmeras queimados, evidenciam a intensidade do calor. Ainda assim, a estátua, a toalha de mesa e até as flores que a cercavam não apresentaram qualquer dano, fuligem ou odor de fumaça.
Repercussão religiosa
O episódio reforçou a fé da comunidade local e atraiu inclusive cristãos de outras denominações, que passaram a visitar o hospital para orações. De acordo com a administração, a ocorrência fortaleceu a confiança de pacientes e funcionários na proteção espiritual da padroeira da instituição, fundada em 1957.
Campanha para reconstrução
Sem registro de feridos, o hospital lançou um apelo a agências governamentais, organizações não governamentais e doadores privados para arrecadar fundos destinados à reposição de equipamentos médicos e de escritório essenciais ao atendimento da população.
Com informações de Gazeta do Povo