O Partido Socialista Brasileiro (PSB) confirmou na noite desta quarta-feira, 29 de julho, o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada durante a convenção nacional da sigla, realizada em Brasília.
Com a formalização, o PSB consolida a coligação com o Partido dos Trabalhadores e integra a federação que reúne PT, Psol, PCdoB e PV para a disputa eleitoral deste ano.
Discursos e críticas a Bolsonaro
Em seu pronunciamento, Alckmin destacou ações do governo Lula e atacou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ex-tucano classificou o slogan “Deus, pátria, família e liberdade” como um bordão associado a “extremistas”.
Lula, por sua vez, relembrou os vices que o acompanharam ao longo da carreira — José Alencar e, agora, Alckmin — e demonstrou confiança na vitória. “Eu e o Alckmin vamos ganhar as eleições. Mesmo que só erremos daqui para frente, o acerto foi tanto que a gente não perde essas eleições”, afirmou.
Presenças na convenção
O evento contou com a participação de diversos integrantes do governo federal e pré-candidatos. Estiveram presentes os ministros Dario Durigan (Fazenda), José Múcio (Defesa), José Guimarães (Relações Institucionais), Paulo Pereira (Empreendedorismo) e Leonardo Barchini (Educação).
Entre as lideranças políticas, marcaram presença Márcio França, candidato a vice-governador de São Paulo na chapa de Fernando Haddad; Simone Tebet, que concorrerá ao Senado pelo mesmo estado; e o jornalista José Luiz Datena, recém-filiado ao PSB para disputar uma vaga de deputado federal.
Atualmente, o principal adversário de Lula na corrida presidencial é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tenta suceder o pai no Palácio do Planalto. Em 2022, Lula e Alckmin venceram Jair Bolsonaro com o apoio de uma frente ampla, estratégia que o PT e aliados pretendem repetir em 2026.
Com informações de Gazeta do Povo