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Crianças acolhidas por casa pró-vida oram por Nikolas Ferreira durante visita a Curitiba

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CURITIBA (PR) — O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) recebeu orações de um grupo de crianças salvas do aborto durante visita à Casa Pró-Vida Mãe Imaculada, no último domingo (17). A instituição católica, localizada na capital paranaense, apoia gestantes em situação de vulnerabilidade e já auxiliou mais de 1,3 mil mulheres desde 2014.

Ao lado de outros parlamentares, o deputado conheceu a estrutura do abrigo e ouviu relatos de mães atendidas. No momento mais emotivo da agenda, as crianças formaram um círculo, cantaram hinos e intercederam pela atuação dos políticos “com coragem, sabedoria e fidelidade à defesa da vida”, segundo publicação da entidade nas redes sociais.

Em vídeo postado no Instagram, Nikolas escreveu: “Distante de casa e ainda assim o Senhor mostra Seu cuidado — é assim que luto minhas guerras”. Em outra mensagem, acrescentou: “Famílias fortes constroem nações fortes”.

Atuação da Casa Pró-Vida

Fundada pelo padre Silvio R. Roberto em 2014, a Casa Pró-Vida Mãe Imaculada oferece suporte material, jurídico, médico e espiritual a grávidas e, posteriormente, às mães e seus filhos. Hoje, o trabalho conta com cerca de 380 voluntários e benfeitores e já é creditado pelo salvamento de centenas de bebês.

Debate sobre aborto no Brasil

O tema ganhou novos capítulos neste ano. Pesquisa da Real Time Big Data divulgada em abril apontou que 63% dos brasileiros consideram o aborto imoral. Outro levantamento, do PoderData, revelou que 70% dos cidadãos entre 25 e 44 anos são contra a liberação do procedimento.

Atualmente, a legislação brasileira permite a interrupção da gestação apenas em casos de estupro, risco de morte para a gestante ou anencefalia do feto. Fora dessas hipóteses, o aborto é criminalizado. O assunto também está sob análise do Supremo Tribunal Federal (STF), onde uma ação que discute a descriminalização até a 12ª semana foi interrompida após pedidos de destaque — o placar está em 2 a 0 pela liberação, mas o julgamento segue sem data para retomada.

Com informações de Guiame