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Louvor nas arquibancadas e oração em campo marcam campanha histórica da RD Congo na Copa

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A participação da República Democrática do Congo na Copa do Mundo de 2026 ficou marcada não apenas pelo retorno da seleção ao torneio após 52 anos, mas também pelas constantes demonstrações públicas de fé de torcedores e jogadores.

Arquibancadas viram palco de adoração

Durante a partida válida pelos 32-avos de final, primeira etapa do mata-mata, vídeos nas redes sociais registraram milhares de congoleses erguendo as mãos e cantando “Glória, aleluia! Glória ao Deus que nos criou. Glória ao Filho que entregou Seu corpo. Glória ao Espírito que nos santifica”. As imagens foram compartilhadas pelo congolês Junior Muhubao com a legenda: “Adorando ao Senhor neste momento na Copa do Mundo”.

O pastor norte-americano Travis Johnson, da Pathway Church, também repercutiu o momento: “O nome de Jesus foi elevado pela RD Congo na Copa do Mundo contra a Inglaterra em sua histórica campanha até as oitavas de final! Apenas lindo”.

Outra gravação mostra torcedores louvando ao som da cantora cristã Dena Mwena em áreas de concentração de fãs antes das partidas.

Oração após o apito final

No campo, a seleção congolesa manteve o mesmo tom. Mesmo derrotados pela Inglaterra por 2 a 1, em Atlanta, com dois gols de Harry Kane, atletas e comissão técnica permaneceram no gramado ajoelhados para agradecer a Deus pela campanha. Imagens da cena, ocorrida logo após o apito final, circularam na internet acompanhadas de comentários que destacavam a fé da equipe.

Reuniões de oração no círculo central já haviam sido registradas em confrontos anteriores do Mundial.

Campanha histórica mobiliza o país

A ida ao mata-mata entrou para a história da RD Congo, que não disputava o torneio desde 1974. A classificação movimentou o país e levou grande número de torcedores aos estádios. Entre eles estava Michel Mboladinga, o “Lumumba Vea”, que ganhou projeção por permanecer imóvel durante os jogos em homenagem ao líder congolês Patrice Lumumba.

Apesar da eliminação, as manifestações de fé se tornaram uma das marcas da passagem congolesa pelo Mundial de 2026.

Com informações de Guiame