Brasília, 29 de maio de 2026 – O deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) acusou o governo federal de “retirar a identidade das mães” ao lançar a nova Caderneta Brasileira da Gestante com a expressão “pessoa que gesta”.
Em artigo publicado nesta sexta-feira (29), Feliciano afirmou que o material produzido pelo Ministério da Saúde deveria servir de “bússola” para as futuras mães, mas, segundo ele, acabou priorizando “questões ideológicas” ao substituir o termo “mãe” pela expressão neutra.
O parlamentar também criticou a inclusão de orientações sobre gravidez indesejada e possibilidades de interrupção da gestação. Para Feliciano, a abordagem “relativiza” o valor da maternidade e “não condiz” com o propósito do caderno de acompanhamento pré-natal.
O texto do deputado, que está em seu quarto mandato e é pastor, termina com um apelo religioso para que “a sagrada figura da mãe” seja valorizada.
A Caderneta Brasileira da Gestante foi apresentada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e distribuída à rede pública como ferramenta de registro de consultas, exames e orientações sobre cuidados durante a gestação.
Com informações de Pleno.News