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Trump encerra visita à China e celebra “acordos comerciais fantásticos”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concluiu nesta sexta-feira, 15 de maio de 2026, uma visita oficial de três dias à China. Ao deixar Pequim, o republicano classificou a viagem como “incrível” e afirmou que foram fechados “acordos comerciais fantásticos” entre os dois países.

Trump comentou os resultados durante um chá com o líder chinês, Xi Jinping, em um jardim da capital chinesa pouco antes do embarque de volta a Washington. Sem revelar detalhes, disse que as negociações resolveram “muitos problemas diferentes que outras pessoas não teriam conseguido resolver”.

Compra de 200 aviões da Boeing

Até o momento, o único anúncio concreto divulgado pelas delegações foi a decisão chinesa de comprar 200 aeronaves da fabricante norte-americana Boeing.

Tensões no Oriente Médio

Integrantes do governo dos EUA informaram que Xi concordou com três pontos relativos ao Oriente Médio: impedir que o Irã desenvolva armas nucleares, promover a desmilitarização do Estreito de Ormuz e garantir a isenção de taxas na passagem marítima, bloqueada quase totalmente por Teerã desde o início da guerra contra forças americanas e Israel, em 28 de fevereiro.

Segundo Trump, o líder chinês também assumiu o compromisso de não enviar armas ou equipamentos militares ao Irã.

Taiwan no centro das atenções

Do lado chinês, Pequim declarou que Xi alertou Trump sobre Taiwan, classificada como “a questão mais importante” nas relações bilaterais. Em dezembro, Washington aprovou um pacote de armas de US$ 11 bilhões para Taipé, ainda não implementado. As autoridades chinesas reiteraram que a entrega de novos armamentos à ilha colocaria em risco o relacionamento entre as duas potências.

Taiwan é administrada de forma independente desde 1949, mas a China considera a ilha parte de seu território e ameaça anexá-la em nome da “reunificação”. Em resposta, o governo taiwanês tem aumentado investimentos em defesa.

Com informações de Gazeta do Povo