Rio de Janeiro, 24 de abril de 2026 – Em artigo publicado nesta sexta-feira (24), o pastor e escritor Renato Vargens criticou a reação de artistas brasileiros ao ator Juliano Cazarré, que anunciou nas redes sociais o evento “O Farol e a Forja”, dedicado a debater valores e liderança masculina.
Segundo Vargens, logo depois do convite divulgado por Cazarré, houve “uma avalanche de críticas e ataques pessoais” contra o ator. O pastor sustenta que a iniciativa foi interpretada de forma negativa por parte do meio artístico e que, na sua avaliação, homens têm sido alvo de marginalização quando defendem papéis tradicionais de masculinidade.
O autor do texto associa as críticas a um“ódio disfarçado de tolerância” e argumenta que conceitos judaico-cristãos de paternidade e liderança masculina estariam sendo rotulados como tóxicos ou misóginos. Ele também afirma que movimentos ligados ao feminismo e ao que chama de “marxismo cultural” buscam desconstruir a masculinidade baseada nesses valores.
Pensando nesse contexto, Vargens declara que o atual cenário social teria transformado o homem em “vilão” e que a paternidade estaria sendo desvalorizada. Para o pastor, essa postura reflete uma inversão de valores que alcança inclusive parte do público evangélico.
Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança, em Niterói (RJ), conferencista e autor de 32 livros em português. O artigo foi veiculado no portal Pleno.News sob a seção de opinião, indicando que as declarações refletem exclusivamente a visão do colunista.
Com informações de Pleno.News