A 68ª edição do Grammy Awards destacou a força da música de fé na noite de domingo, 1º de fevereiro, na Crypto.com Arena, em Los Angeles. Entre 96 categorias, o júri da Recording Academy anunciou cinco prêmios voltados ao segmento gospel e cristão, homenageando artistas que levaram mensagens de esperança aos palcos e às plataformas de streaming em 2025.
Principais vencedores
Melhor Performance ou Canção Gospel
CeCe Winans – “Come Jesus Come” (participação de Shirley Caesar)
Melhor Canção de Música Cristã Contemporânea
Brandon Lake & Jelly Roll – “Hard Fought Hallelujah”
Melhor Álbum Gospel
Darrel Walls & PJ Morton – “Heart of Mine”
Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea
Israel & New Breed – “Coritos Vol. 1”
Melhor Álbum de Gospel Coral/Tradicional
The Brooklyn Tabernacle Choir – “I Will Not Be Moved” (ao vivo)
Detalhes das premiações
Veterana no gênero, CeCe Winans levou o troféu de Melhor Performance ou Canção Gospel com “Come Jesus Come”. A faixa, que conta com a participação da lenda Shirley Caesar, retoma a sonoridade tradicional e traz versos centrados na perseverança.
Na área cristã contemporânea, “Hard Fought Hallelujah” uniu o líder de louvor Brandon Lake ao rapper Jelly Roll. A parceria cruzou fronteiras entre estilos e foi reconhecida como a melhor canção do segmento durante o ano.
O prêmio de Melhor Álbum Gospel foi para “Heart of Mine”, projeto de Darrel Walls em colaboração com o multi-instrumentista PJ Morton. O disco combina raízes congregacionais com arranjos modernos.
Israel & New Breed confirmaram o prestígio internacional ao vencerem Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea com “Coritos Vol. 1”, registro que celebra diferentes expressões culturais de adoração.
Fechando a lista, o The Brooklyn Tabernacle Choir garantiu o troféu dedicado ao gospel coral tradicional pelo álbum ao vivo “I Will Not Be Moved”, reforçando a relevância do coro na cena gospel.
Desde sua criação, em 1958, o Grammy reconhece produções que marcam a indústria fonográfica. A inclusão de categorias gospel nos anos 1970 ampliou a visibilidade de artistas de fé, que seguem conquistando público além das igrejas.
Com informações de Folha Gospel