A senadora Tereza Cristina (PP-MS) manifestou seu descontentamento com a decisão de seu partido, o PP, e do União Brasil em apoiar a reeleição de Davi Alcolumbre (União-AP) para a presidência do Senado. Em postagem nas redes sociais, a ex-ministra da Agricultura enfatizou a importância da autonomia dos parlamentares na escolha do próximo presidente da Casa.
Tereza Cristina afirmou que o voto deve ser “livre, soberano e secreto”, reforçando sua intenção de continuar na corrida pela presidência do Senado. A declaração ocorreu após a federação União Progressista anunciar formalmente seu apoio à continuidade de Alcolumbre no comando do Senado e do Congresso Nacional, citando a necessidade de “estabilidade institucional e equilíbrio político”.
A manifestação da senadora também sinaliza um possível enfraquecimento de sua candidatura, uma vez que ela buscava apoio entre os colegas senadores. No entanto, a votação para a presidência do Senado é individual e secreta, o que ainda possibilita sua participação na disputa.
Além de Tereza Cristina, outro nome cotado para concorrer ao cargo é o senador Rogério Marinho (PL-RN), que é líder da oposição e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a presidência da República.
A eleição para a presidência do Senado está agendada para o dia 1º de fevereiro de 2027, no início da próxima legislatura. O resultado dessa escolha terá repercussões significativas na agenda do Congresso e nas relações entre o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente em relação à tramitação de pedidos de impeachment de ministros da Corte.
Fonte: Revista Oeste.









