A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) descartou a suspeita de bomba em uma mochila deixada em um ponto de ônibus nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de quinta-feira (1º). O incidente levou à convocação do esquadrão antibomba e à realização de uma operação que interditou parte da Esplanada dos Ministérios.
De acordo com informações do STF, um homem tentou pular as grades que cercam a Corte e, ao não conseguir, arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus. O suspeito foi detido pelas autoridades, que logo confirmaram que não havia explosivos dentro da bolsa.
A operação, chamada de “Operação Petardo”, foi ativada após a movimentação ser detectada pelo sistema de monitoramento do STF. A interdição das vias ao redor ocorreu por volta das 20h30, mas os ministros já haviam deixado o prédio naquele momento.
O STF já havia sido alvo de um atentado a bomba em 2024, quando o chaveiro Francisco Wanderley Luiz, conhecido como “Tiu França”, detonou um artefato próximo ao edifício, resultando em sua própria morte. A Polícia Federal concluiu que ele agiu sozinho, motivado por extremismo político.
O STF emitiu uma nota informando sobre o ocorrido e ressaltou a agilidade das forças de segurança em responder à situação. A Polícia Militar e a Polícia Judicial foram acionadas imediatamente para garantir a segurança no local.
Fonte: Gazeta Do Povo.









