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Psicóloga de 30 anos obtém autorização e morre por eutanásia na Colômbia após luta contra depressão grave

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Catalina Giraldo, psicóloga de 30 anos diagnosticada com transtorno depressivo grave, transtorno de personalidade borderline e transtorno de ansiedade, morreu por eutanásia na Colômbia. O procedimento foi autorizado após um processo judicial movido pela própria paciente, divulgado pelo telejornal Noticias Caracol na segunda-feira (13).

Giraldo buscava inicialmente o suicídio assistido, modalidade descriminalizada pela Corte Constitucional colombiana em 2022, mas ainda sem regulamentação. Diante da ausência de regras claras, ela decidiu recorrer à eutanásia, prática legal no país desde 1997 e regulamentada em 2015. Na eutanásia, o médico administra o medicamento letal; no suicídio assistido, o paciente realiza a ação final por conta própria.

Segundo o telejornal, a psicóloga afirmou ter “esgotado” todas as opções terapêuticas disponíveis e descreveu a autorização para a morte assistida como um “alívio” e uma “calma” que não sentia havia anos.

Em 2021, a Colômbia realizou pela primeira vez a eutanásia em um paciente sem doença terminal. Já o suicídio assistido, apesar de descriminalizado em 2022, permanece sem regulamentação, o que obriga interessados a buscarem autorização caso a caso na Justiça.

Com informações de Gazeta do Povo