Brasília — O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), declarou neste domingo (25) que, caso seja eleito em 2026, levará adiante a privatização da Petrobras e do Banco do Brasil. A promessa foi feita em vídeo divulgado em suas redes sociais.
Logo no início da gravação, Zema disse que pretende “passar a faca nos supersalários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”. O pré-candidato defendeu um programa que resumiu em quatro verbos: “privatizar, poupar, não roubar e prosperar”.
Ao criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o político mineiro afirmou que a atual gestão “gasta mais do que arrecada” e recorre a empréstimos para cobrir o rombo, elevando a dívida pública. Segundo ele, os brasileiros pagam a conta por meio de juros altos em parcelamentos de cartão de crédito e financiamentos.
Para reequilibrar as contas, Zema sustenta que o Estado deve vender participações em estatais deficitárias, como os Correios, e também se desfazer de ações em empresas privadas, incluindo as ligadas ao empresário Joesley Batista. O dinheiro arrecadado, diz, seria usado para abater a dívida e reduzir os juros.
O pré-candidato enfatizou ainda a necessidade de extinguir “supersalários”, cortar cargos comissionados e reduzir o número de ministérios. Ele declarou que adotará “linha dura contra fraudes e esquemas”, replicando, segundo ele, a política implantada em Minas Gerais durante seu governo.
No vídeo, Zema também prometeu “zerar o custo Brasil” por meio da simplificação burocrática, destravamento de projetos de infraestrutura e alívio da carga para quem produz. “O dinheiro do brasileiro só vai voltar a valer se o governo economizar”, afirmou.
Com informações de Gazeta do Povo