Home / Política / Rostos de destaque da oposição na CPMI do INSS e na pauta da anistia se lançam para as urnas de 2026

Rostos de destaque da oposição na CPMI do INSS e na pauta da anistia se lançam para as urnas de 2026

ocrente 1779072560
Spread the love

Deputados e senadores que ganharam notoriedade no Congresso ao criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), defender a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e atuar na CPMI do INSS tentam converter visibilidade em votos nas eleições de 2026. Os pré-candidatos, ligados principalmente ao PL, Novo e legendas do Centrão, apostam em temas de forte apelo conservador para buscar reeleição ou postos mais altos.

Quem são os pré-candidatos

Adriana Ventura (Novo-SP) – Titular da CPMI, protocolou convocações e quebras de sigilo, incluindo a de Fábio Luís Lula da Silva. Denunciou “blindagem” aos investigados e defendeu anistia. Disputa o terceiro mandato na Câmara.

Alfredo Gaspar (PL-AL) – Relator da CPMI; apontou lavagem de R$ 39 bilhões e indicou 216 indiciamentos. Pretende concorrer ao Senado.

Bia Kicis (PL-DF) – Presidiu a Comissão de Fiscalização Financeira, abriu apurações sobre descontos irregulares e liderou defesa da anistia. Busca vaga de senadora.

Caroline De Toni (PL-SC) – Comandou a CCJ que aprovou o PL da Anistia e propostas para limitar decisões monocráticas do STF. É pré-candidata ao Senado.

Coronel Chrisóstomo (PL-RO) – Autor do pedido de CPI do INSS e crítico ao STF. Tenta novo mandato de deputado federal.

Eduardo Bolsonaro (PL-SP) – Autoexilado nos EUA em 2025, defendeu anistia “ampla, geral e irrestrita”. Ainda não oficializou qual cargo disputará.

Eduardo Girão (Novo-CE) – Ativo na articulação da CPMI e crítico a “blindagem” de investigados. Pretende disputar o governo do Ceará.

Evair Vieira de Mello (Republicanos-ES) – Denunciou fraudes no INSS e coautor de projeto de anistia. Lança-se ao Senado.

Coronel Fernanda (PL-MT) – Coautora do requerimento que instalou a CPMI do INSS. Vai à reeleição na Câmara.

Filipe Barros (PL-PR) – Única voz oposicionista na CPMI dos atos de 8/1; defendeu impeachment de ministros do STF. Pré-candidato ao Senado.

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – Chamou a Lei da Dosimetria de “primeiro passo” para esvaziar condenações do 8/1. É pré-candidato à Presidência.

Cabo Gilberto Silva (PL-PB) – Líder da oposição em 2026, apresentou pedidos de impeachment de Alexandre de Moraes. Disputa novo mandato de deputado.

Gilson Marques (Novo-SC) – Cobrou apurações sobre desvios bilionários no INSS e defende livre mercado. Busca reeleição.

Luciano Zucco (PL-RS) – Articulou a CPMI do INSS e comandou CPI do MST. Pré-candidato ao governo gaúcho.

Luiz Lima (Novo-RJ) – Denunciou fraudes no INSS; foi agredido em sessão que aprovou quebra de sigilo de Lulinha. Corre pela reeleição.

Magno Malta (PL-ES) – Acorrentou-se no plenário para cobrar impeachment de Moraes. Cotado para disputar o governo do Espírito Santo.

Marcel van Hattem (Novo-RS) – Liderou obstrução pró-anistia e teve mandato suspenso por dois meses. Pré-candidato ao Senado.

Marcos Pollon (PL-MS) – Criticou Lei da Dosimetria como “meia-anistia” e defende liberdade para CACs. Planeja candidatura ao Senado.

Maurício Marcon (PL-RS) – Voz combativa na CPMI; mantém críticas à política econômica do governo. Busca reeleição.

Nikolas Ferreira (PL-MG) – Fez caminhada de 240 km contra decisões do STF e acionou Corte para instalar CPI do INSS. Vai à reeleição.

Delegado Palumbo (Podemos-SP) – Defende que anistia inclua crimes patrimoniais. Cotado ao Senado.

Paulo Bilynskyj (PL-SP) – Requereu informações sobre fraudes no INSS e liderou oposição à PEC da Segurança Pública. Pré-candidato à reeleição.

Sergio Moro (PL-PR) – Ex-juiz da Lava Jato, migrou para o PL e agora mira o governo do Paraná, mantendo pauta anticorrupção.

Sílvia Waiãpi (PL-AP) – Cassada em 2025, continua na defesa da anistia e pretende voltar à Câmara.

Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) – Líder do PL articulou votação da anistia e da Lei da Dosimetria. Tenta novo mandato de deputado.

Zé Trovão (PL-SC) – Participou da obstrução pró-anistia e também foi suspenso. Disputa reeleição.

Com mandatos em disputa ou novos cargos no horizonte, os parlamentares intensificam presença em redes sociais, plenário e comissões para manter a pauta conservadora em evidência até outubro de 2026.

Com informações de Gazeta do Povo