Washington, EUA – Em entrevista concedida à Fox News em fevereiro de 2025, o ex-presidente Donald Trump afirmou ter deixado ordens para uma forte retaliação contra o Irã se um atentado contra sua vida for executado. A declaração veio dias após o jornal The Wall Street Journal divulgar que Israel alertou Washington sobre um suposto plano iraniano de assassiná-lo.
“Se fizerem isso, seriam aniquilados. Seria o fim. Deixei instruções. Se fizerem isso, não sobrará nada”, declarou Trump, sem detalhar o conteúdo das ordens repassadas.
Antecedente: morte de Soleimani
O temor de retaliação está ligado ao ataque americano que, em janeiro de 2020, eliminou o general Qasem Soleimani, então comandante da Força Quds, braço de elite da Guarda Revolucionária do Irã. A operação, autorizada por Trump durante seu primeiro mandato, elevou a tensão entre Teerã e Washington.
Repercussão política
Nos Estados Unidos, apoiadores do republicano consideram a ameaça de resposta como medida de dissuasão. Já críticos apontam que a retórica pode contribuir para nova escalada militar no Oriente Médio. Especialistas em relações internacionais defendem diálogo para evitar conflito aberto.
Impacto regional
Organizações que monitoram a liberdade religiosa afirmam que qualquer agravamento das hostilidades pode afetar comunidades cristãs no Oriente Médio, tradicionalmente vulneráveis em cenários de instabilidade.
Até o momento, o governo iraniano não comentou publicamente sobre as novas acusações de complô. A Casa Branca também não se pronunciou oficialmente sobre as supostas instruções deixadas por Trump.
Com informações de GospelMais