A decisão da China de aplicar uma sobretaxa que pode elevar a 67% o custo da carne bovina brasileira fora da cota anual mobilizou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar atribuiu ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a responsabilidade pelo novo encargo imposto pelo principal cliente do produto nacional.
Tarifação recorde
Pequim anunciou uma tarifa adicional de 55% para todos os embarques que ultrapassarem o limite de importação previamente acordado. Dentro da cota, segue válida a alíquota de 12%, totalizando até 67% de taxação sobre o volume excedente. O anúncio acendeu o sinal de alerta entre pecuaristas e frigoríficos brasileiros, que temem perda de competitividade no mercado asiático.
Declaração do senador
Durante a gravação, Flávio questionou: “Será que o Lula também vai dizer que eu sou responsável pelas tarifas da China?” Ele classificou o aumento como um ataque ao agronegócio nacional e afirmou que “a luta contra tarifas que prejudicam o Brasil é uma prioridade”.
Audiência pública
O senador participou recentemente de uma audiência no Congresso para discutir o impacto das barreiras comerciais sobre as exportações de proteína animal. Segundo Flávio, o tema ganha peso extra num momento em que o país busca ampliar sua presença no mercado internacional.
Repercussão política
A fala gerou reações divididas. Aliados do parlamentar respaldam a crítica ao Palácio do Planalto, enquanto opositores lembram que decisões tarifárias envolvem relações diplomáticas complexas, fora da alçada direta do Executivo brasileiro.
Olhar do campo
Representantes do setor agropecuário acompanham de perto a situação, temendo reflexos na renda de produtores e em projetos ligados a comunidades rurais. Com o calendário eleitoral se aproximando, a questão deve ganhar espaço no debate político, reforçando o posicionamento de Flávio como defensor do segmento.
Fim da notícia.
Com informações de GospelMais