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Governo Lula rebate críticas dos EUA sobre combate a facções criminosas

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Na noite de quarta-feira (16), o governo do Brasil, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, respondeu às acusações feitas pelos EUA, que afirmaram que o país não estaria agindo de forma eficaz no combate às facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ao se pronunciar, o governo brasileiro negou categoricamente qualquer falha ou omissão em suas ações contra o crime organizado transnacional. Destacou a recente criação da Lei Antifacção, sancionada em março de 2026, que impõe penas mais severas aos líderes de facções e cria mecanismos para dificultar suas operações. Além disso, mencionou as “dezenas de milhares” de operações policiais realizadas, que teriam causado prejuízos bilionários aos grupos criminosos.

O governo brasileiro ressaltou que o país não faz parte da lista dos principais produtores e rotas de tráfico de drogas elaborada pelos EUA, e que as menções negativas no relatório americano não têm respaldo legal. “A alusão registrada no texto não corresponde à categoria jurídica de descumprimento formal prevista na legislação norte-americana”, afirma a nota do Ministério da Justiça.

As críticas dos EUA surgiram após uma avaliação do governo Trump, que argumentou que, enquanto outros países do Hemisfério Ocidental adotam medidas firmes contra o tráfico de drogas, o Brasil estaria se tornando um centro de distribuição de cocaína. A nota da administração Trump classificou as facções brasileiras como organizações terroristas, destacando a necessidade de ações mais robustas por parte do governo brasileiro.

Em resposta, o Ministério da Justiça afirmou que o Brasil mantém uma forte cooperação com os EUA no combate ao crime organizado e que a luta contra as facções criminosas é uma prioridade. Além das operações policiais, o governo citou o Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado em maio de 2026, que visa sufocar economicamente as facções e melhorar a segurança pública.

O governo brasileiro reiterou seu compromisso em enfrentar as organizações criminosas de maneira coordenada e soberana, assegurando que as ações de combate ao crime organizado são contínuas e integradas entre diversas instituições.

Fonte: Gazeta Do Povo.

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