A ex-deputada federal Carla Zambelli concedeu uma entrevista ao programa Faroeste à Brasileira nesta terça-feira, 29, onde comentou a decisão da Justiça italiana que a inocentou de acusações, afirmando que esse veredito pode servir como uma referência para outros brasileiros que se sentem perseguidos politicamente.
Zambelli destacou que a sentença foi “bastante categórica” em relação à alegada perseguição e à suposta parcialidade de um ministro brasileiro. Para ela, a decisão abre espaço para que outras pessoas busquem a revisão de seus processos legais.
Em suas declarações, a ex-deputada também criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, comparando a atual situação econômica do país com a vivida durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. “O Brasil foi deixado nos eixos, com todas as estatais funcionando e com lucro”, afirmou, ressaltando que atualmente as estatais estão gerando prejuízos.
Zambelli não poupou críticas às declarações recentes de Lula sobre exames de próstata e a educação de meninas sobre toques. Ela descreveu o presidente como “uma coisa sebosa” e expressou sua esperança de que essas afirmações façam eleitores repensarem seu apoio ao atual governo.
A ex-deputada também abordou a importância da mobilização dos brasileiros no exterior para as eleições de 2026. Ela enfatizou que a participação nas urnas é um dever cívico e fez um apelo para que familiares ajudem idosos a votarem, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades devido a divergências políticas.
Por fim, Zambelli relatou a sua situação na Itália, onde enfrenta desafios burocráticos para conseguir abrir uma conta bancária, o que a impede de trabalhar. Ela atribuiu essa dificuldade ao fato de seu nome estar na lista da Interpol e expressou esperança de que, em breve, essa situação seja resolvida.
Fonte: Revista Oeste.








