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De prisão nos EUA, Maduro conclama à “máxima união” após fortes terremotos na Venezuela

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Caracas – Detido nos Estados Unidos desde janeiro, o ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro divulgou nesta quinta-feira (25) um comunicado em que pede “máxima união, solidariedade e ação” no país depois dos dois terremotos de magnitude 7,5 e 7,2 que sacudiram a Venezuela na quarta-feira (24).

“Amado povo da Venezuela: diante do poderoso terremoto que atingiu nossa pátria, Cilia [Flores] e eu elevamos nossas orações por cada família afetada, pelos feridos, por aqueles que sofrem e por todo o nosso povo”, escreveu o chavista em suas redes sociais.

Maduro solicitou que “ninguém seja deixado sozinho” e conclamou comunidades a cuidarem de crianças, idosos e enfermos. Ele também pediu apoio às forças de segurança, Defesa Civil e equipes de resgate que buscam sobreviventes entre os escombros.

Apelo por reconstrução

No texto, o ex-governante ressaltou que “a palavra de ordem é uma só: ajudar, proteger, compartilhar, reerguer e reconstruir”. Segundo ele, a Venezuela “já enfrentou grandes provações” e superará mais esta “com fé, disciplina e solidariedade”. Maduro voltou a se apresentar como “presidente constitucional da Venezuela”.

Situação judicial

Maduro e a esposa foram capturados por militares norte-americanos em Caracas no início de janeiro, sob acusações de narcoterrorismo que tramitam em um tribunal federal de Nova York. A próxima audiência está marcada para 22 de julho.

Autoridades venezuelanas ainda contabilizam o número de mortos, feridos e danos materiais provocados pelos tremores.

Com informações de Gazeta do Povo