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Paraná Pesquisas indica Dr. Furlan na dianteira para o governo do Amapá; Rayssa Furlan lidera ao Senado

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Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (15) mostra o ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD) com larga vantagem na disputa pelo governo do Amapá.

Cenário para o Executivo estadual

No cenário estimulado de primeiro turno, Dr. Furlan aparece com 64,3% das intenções de voto. O atual governador, Clécio Luís (União Brasil), soma 26,1%, enquanto o deputado federal Marcos Reátegui (PSC) registra 0,7%. Votos em branco, nulo ou em nenhum dos nomes apresentados totalizam 4,6%, e 4,3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

Furlan deixou a prefeitura da capital em março, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da Operação Paroxismo, que apura supostas irregularidades em contratos da saúde. O ex-gestor afirma que o afastamento atendeu às exigências legais para concorrer ao Palácio do Setentrião.

Disputa ao Senado

Como o pleito permitirá a escolha de dois senadores, os eleitores puderam citar até dois nomes. Rayssa Furlan (Podemos), ex-primeira-dama de Macapá, lidera com 61,5% das menções. Em seguida aparecem o senador Lucas Barreto (PSD), com 46,9%, e o senador Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo no Congresso, com 40,4%. Brancos, nulos ou nenhum candidato somam 4,5%, e 3,9% não souberam ou não responderam.

Avaliação do governo estadual

A gestão de Clécio Luís é considerada ótima por 12,5% e boa por 25,1% dos entrevistados; 33,3% classificam como regular. As avaliações negativas chegam a 27,7%, divididas em 7,5% de ruim e 20,2% de péssima. Outros 1,5% não opinaram.

Quanto à taxa de aprovação, 54,1% aprovam o governo, 43,4% desaprovam e 2,5% não souberam responder.

Metodologia

Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número AP-02175/2026, a pesquisa foi realizada entre 11 e 13 de junho, ouvindo 1.100 eleitores com 16 anos ou mais em 14 municípios do Amapá. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Com informações de Direita Online