Brasília, 27 de abril de 2026 – Um estudo realizado em abril aponta que um adulto precisa de, no mínimo, R$ 3,5 mil mensais para viver sozinho nas principais cidades do país. A alta dos aluguéis, somada à inflação de itens essenciais, é o principal fator de pressão sobre o orçamento individual.
Aluguel leva a maior fatia da renda
Com o valor médio do metro quadrado fixado em R$ 50,98, o aluguel de um apartamento de 40 m² atinge cerca de R$ 2.039,20. O preço elevado limita a disponibilidade financeira para outras despesas, sobretudo em capitais onde a oferta de imóveis bem localizados é reduzida.
Alimentação é o segundo maior gasto
Em São Paulo, a cesta básica custa, em média, R$ 845,95. Especialistas recomendam planejamento detalhado das compras, preferência por marcas próprias e o hábito de cozinhar em casa como forma de conter despesas com alimentação e serviços de entrega.
Contas fixas inevitáveis
Energia elétrica, internet e condomínio somam aproximadamente R$ 450 por mês para uma única pessoa. Controlar consumo de água e luz e revisar periodicamente assinaturas digitais são ações apontadas como necessárias para evitar que pequenos valores comprometam o orçamento.
Transporte público versus carro próprio
Utilizar ônibus e metrô em cidades como São Paulo custa em torno de R$ 233,20 mensais. Já manter um veículo pode elevar os gastos a patamares próximos ao aluguel, considerando combustível, seguro, manutenção e impostos.
Planejamento financeiro é indispensável
Consultores sugerem a elaboração de um orçamento detalhado e a formação de uma reserva de emergência capaz de cobrir de seis a 12 meses de despesas básicas. A automatização de investimentos e metas de curto prazo são citadas como estratégias para preservar a saúde financeira de quem vive sozinho.
Com informações de Gazeta do Povo