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EUA barram entrada de estrangeiros acusados de perseguição religiosa

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos confirmou que está aplicando, de forma ativa, restrições de visto contra pessoas envolvidas em perseguição religiosa fora do país. A medida, segundo autoridades, busca impedir que responsáveis por violações à liberdade de crença ingressem em território norte-americano.

Em 10 de abril, Mark Walker, principal conselheiro para Liberdade Religiosa Global do governo dos EUA, afirmou que o país “já executou esta política e continuará submetendo os perpetradores a escrutínio adicional”.

As restrições foram anunciadas em 3 de dezembro de 2025 pelo secretário de Estado Marco Rubio, com base na Lei de Imigração e Nacionalidade. Na ocasião, Rubio destacou que a iniciativa visa punir quem “dirigiu, autorizou, financiou, apoiou significativamente ou executou violações de liberdade religiosa”, incluindo, quando cabível, familiares imediatos desses indivíduos.

Rubio citou especificamente os ataques contra cristãos na Nigéria, atribuídos a terroristas islâmicos radicais e a milícias étnicas Fulani, como um dos fatores que motivaram a adoção da política. “Os Estados Unidos estão mais seguros quando impedimos que os responsáveis pela perseguição religiosa entrem em nossa pátria”, reforçou o secretário.

O Departamento de Estado informou que continuará monitorando casos de perseguição religiosa em todo o mundo para determinar quem se enquadra nos critérios de restrição. A pasta não detalhou quantos vistos já foram negados nem divulgou nomes dos estrangeiros afetados.

Com informações de Gazeta do Povo