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Patrimônio de Alexandre de Moraes cresce 266% e chega a R$ 31,5 milhões em 2026

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Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e a esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, acumulam hoje R$ 31,5 milhões em bens imobiliários, valor 266% superior ao declarado em 2017, quando ele tomou posse na Corte.

17 imóveis em São Paulo e Brasília

Registros em cartório apontam que o casal detém 17 propriedades, entre casas, apartamentos de luxo, terrenos e salas comerciais, localizadas principalmente no estado de São Paulo e no Distrito Federal.

Compras à vista somam R$ 23,4 milhões

Somente nos últimos cinco anos foram investidos R$ 23,4 milhões na aquisição de novos imóveis, todos pagos à vista. Entre as negociações mais expressivas estão uma mansão de R$ 12 milhões no Lago Sul, em Brasília, e dois imóveis de alto padrão em Campos do Jordão (SP) que, juntos, custaram R$ 8 milhões.

Salário sobe 39%, patrimônio triplica

No mesmo período, a remuneração de Moraes como ministro avançou 39% — de R$ 33 mil para cerca de R$ 46 mil mensais. Já 67% do total desembolsado em imóveis ocorreu a partir de 2021, fase em que o magistrado passou a relatar investigações de grande repercussão no STF.

Atuação da esposa impulsiona renda familiar

Viviane Barci de Moraes ampliou sua carteira de processos nos tribunais superiores de 27 para 152 desde 2017. Seu escritório fechou recentemente um contrato estimado em R$ 129 milhões com o Banco Master, que prevê honorários mensais de R$ 3,6 milhões, quantia considerada acima da média por especialistas do setor.

Lex Instituto centraliza parte dos bens

Parte dos imóveis está registrada no Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa da família utilizada para administrar o patrimônio. Embora o ministro não figure formalmente no quadro societário, o regime de comunhão parcial de bens torna os ativos adquiridos pela esposa e pela empresa comuns ao casal.

O levantamento, feito a partir de documentos imobiliários, mostra a evolução do patrimônio desde que Alexandre de Moraes deixou o Ministério da Justiça para ocupar uma cadeira no Supremo em 2017.

Com informações de Gazeta do Povo