Home / Notícias / Pastor critica projeto aprovado no Senado que tipifica misoginia como crime de racismo

Pastor critica projeto aprovado no Senado que tipifica misoginia como crime de racismo

ocrente 1774467291
Spread the love

Rio de Janeiro – O pastor Renato Vargens, líder da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, manifestou oposição ao projeto de lei que criminaliza a misoginia, aprovado pelo Plenário do Senado em 25 de março de 2026.

A proposta define misoginia como “conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino” e a equipara ao crime de racismo, prevendo punições semelhantes.

Em artigo publicado às 15h53 no portal Pleno.News, Vargens afirmou que a medida pode “promover divisão e ódio entre homens e mulheres” e abrir caminho para processos ou prisão de pessoas cujo discurso seja interpretado como preconceituoso. O pastor também demonstrou preocupação com possíveis impactos sobre líderes religiosos que defendem doutrinas complementaristas, como a não ordenação de mulheres ao ministério pastoral.

Vargens argumentou ainda que a iniciativa coloca em risco a liberdade de expressão, podendo resultar em censura de opiniões religiosas ou contrárias a determinadas pautas de gênero. Ele classifica a proposta como incentivo a uma “guerra de sexos”, na qual homens seriam tratados como potenciais opressores e mulheres como vítimas permanentes.

O texto aprovado pelo Senado segue agora para análise da Câmara dos Deputados. Se aprovado sem alterações, será encaminhado à sanção presidencial.

Com informações de Pleno.News