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Bebê vence hidropsia fetal e nasce saudável após prognóstico de 2% de sobrevivência

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Uma gestação marcada por alertas médicos terminou em final feliz para Justine e Rowie Mancol, residentes nos Estados Unidos. A filha do casal, Rebecca, havia recebido um prognóstico de apenas 2% de chance de sobrevivência por causa de hidropsia fetal, mas veio ao mundo respirando sozinha e livre de sequelas.

Diagnóstico crítico no segundo trimestre

No segundo trimestre, Rowie procurou atendimento ao sentir fortes dores abdominais. Exames iniciais apontaram acúmulo de líquido nos pulmões do feto. Encaminhada a um centro de referência, a gestante soube que a bebê apresentava hidropsia fetal — excesso de líquido em várias partes do corpo, capaz de comprometer o funcionamento dos órgãos.

Segundo a equipe médica, o sistema linfático da criança não estava drenando corretamente, cenário que reduzia a chance de vida para apenas 2%. Os profissionais alertaram ainda para possíveis complicações após o parto, como necessidade de cirurgia imediata e risco de síndrome de Down.

Família descarta interrupção da gravidez

Diante do quadro, médicos sugeriram discutir a continuidade da gestação, mas Justine e Rowie descartaram a possibilidade de aborto. O casal buscou apoio espiritual na igreja que frequentam, iniciando uma corrente de oração que mobilizou toda a congregação.

Procedimentos e orações durante quatro meses

Para aliviar o comprometimento pulmonar, os médicos implantaram um dreno a fim de retirar o líquido. Mesmo assim, sucessivos ultrassons mostravam pouca melhora. Durante quatro meses, antes de cada exame, Justine se recolhia para pedir por um milagre.

Com o passar das semanas, o líquido no cérebro e no estômago de Rebecca desapareceu. Ainda restava, porém, o comprometimento pulmonar, e os especialistas duvidavam de que a recém-nascida conseguisse respirar sem suporte.

Cesárea de emergência e surpresa na sala de parto

Rowie precisou ser submetida a cesariana de emergência. A equipe se posicionou para possíveis manobras de reanimação. No instante em que a médica retirou a bebê, o silêncio tomou conta do centro cirúrgico até que, segundos depois, Rebecca chorou forte, respirando por conta própria.

Três anos depois, a menina continua saudável. “Cada dia com ela é uma bênção”, relatou Rowie. Para Justine, a recuperação da filha confirma a força da fé: “Agradeço a Deus por salvá-la e curá-la”.

Com informações de Guiame