Um menino identificado como Cole, que havia recebido diagnóstico de coartação da aorta ainda no útero, nasceu sem qualquer sinal da doença nos Estados Unidos, contrariando todas as expectativas médicas.
A condição foi detectada quando a mãe, Abby Baysinger, estava com 26 semanas de gestação. Exames mostraram que parte da aorta do feto era mais estreita do que o normal, o que comprometeria a circulação sanguínea logo após o parto. Diante do quadro, especialistas informaram à família que a cirurgia seria inevitável assim que o bebê viesse ao mundo.
Ao longo das semanas seguintes, novos ultrassons reforçaram o diagnóstico. A equipe médica solicitou que Abby retornasse a cada duas semanas para monitoramento cardíaco do feto, enquanto familiares, amigos e membros de igrejas organizaram correntes de oração por Cole.
Os profissionais da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) previam o parto por volta das 38 semanas, mas, aos 35, Abby entrou em trabalho de parto. Alertada sobre possíveis complicações, a família acionou novamente a rede de orações.
Contrariando previsões de baixo peso e dificuldade para respirar ou chorar, Cole nasceu chorando normalmente e com peso compatível ao de um bebê saudável para a idade gestacional. Os exames realizados logo após o nascimento não apontaram qualquer anomalia cardíaca.
Como precaução por ter nascido prematuro, o recém-nascido permaneceu 10 dias internado. Dois ecocardiogramas adicionais confirmaram o funcionamento normal do coração. Os médicos descartaram a necessidade de intervenção cirúrgica.
Atualmente, Cole tem 18 meses e apresenta desenvolvimento considerado normal pela equipe de acompanhamento. Toda a documentação médica anterior, segundo a avó Aubrey Welch, permanece arquivada como prova do diagnóstico inicial.
Com informações de Guiame