Sami, de apenas 5 anos, surpreendeu missionários no Malawi ao declarar com convicção: “Eu vou entrar no Céu, porque Jesus me ama”. A fala ocorreu durante visita do pastor Elias Caetano, líder da Missão Mãos Estendidas (MME), à aldeia onde funciona o Projeto Umodzi Hatone.
Encontro registrado em viagem missionária
O diálogo foi gravado enquanto uma equipe brasileira — formada por líderes da MME e pelo portal Guiame — acompanhava as atividades do projeto social na zona rural malauiana. Depois de ouvir a pergunta de Sami (“Você vai entrar no Céu?”), o pastor respondeu que também deseja o mesmo destino e convidou o público a refletir sobre possíveis obstáculos à fé.
Apesar das limitações físicas decorrentes de uma má-formação, o menino se aproxima com alegria dos visitantes, reforçando o clima de esperança que marca o trabalho local.
Transformação da aldeia desde 2019
Coordenado pelo pastor Marcos Corrêa, o Projeto Umodzi Hatone foi iniciado em 2019. Em três anos, a comunidade ganhou acesso a alimentação regular, educação, aulas bíblicas, energia solar e água potável, graças à perfuração de um poço artesiano. Uma escola e uma igreja também foram construídas no local.
Expansão para Moçambique
Além do Malawi, o Projeto Umodzi mantém atividades na região de Cateme, em Moçambique. Lá, crianças frequentam duas salas de aula equipadas com lousas e carteiras duplas, utilizam quatro banheiros (dois masculinos e dois femininos) e recebem refeição diária e ensino da Bíblia. Somente em 2024, 76 crianças e 20 adultos decidiram seguir a fé cristã por meio das ações do projeto moçambicano.
Atuação regional da Missão Mãos Estendidas
Com quase três décadas de atuação, a MME opera em Moçambique, Malawi, Zimbábue e Zâmbia, oferecendo capacitação a centenas de pastores e assistência a comunidades em situação de vulnerabilidade. Nas últimas semanas, pastores brasileiros — entre eles Marcos Corrêa e Elias Caetano — têm realizado Seminários Bíblicos Intensivos para líderes locais nos dois países visitados.
O portal Guiame acompanha a caravana missionária para documentar as ações em campo e compartilhar histórias como a de Sami, que, mesmo diante de desafios físicos, demonstra fé e otimismo diante dos voluntários.
Com informações de Guiame