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Fechamento de 50 mil mesquitas sinaliza recuo do Islã e avanço do cristianismo no Irã

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O Irã registra o encerramento de aproximadamente 50 mil das 75 mil mesquitas existentes no país, segundo relatos divulgados por Mohamad Faridi, presidente da organização Iranian Christians International, durante entrevista ao podcast “No Longer Nomads”. O dado reforça a percepção de que o Islã perde espaço enquanto a chamada igreja subterrânea cristã cresce em território iraniano.

Contexto histórico

Desde a Revolução Iraniana de 1978, as autoridades incentivavam a devoção ao martírio islâmico. Faridi, que integrou o Exército iraniano quando jovem, descreveu ter sido colocado dentro de uma sepultura durante o treinamento militar, prática usada para incutir temor da morte.

Busca por nova fé

O próprio Faridi abandonou o Islã após conversar com um amigo sobre Jesus Cristo e aderiu ao cristianismo, passando a frequentar reuniões secretas conhecidas como igreja underground. “O Islã está morrendo de uma forma que você nunca viu nada morrer tão rápido dentro do Irã”, afirmou.

Manifestações públicas

De acordo com o líder religioso, durante protestos de 2026, manifestantes chegaram a incendiar santuários islâmicos, sinalizando rejeição à ideologia do regime. Apesar do risco de prisão, vigilância e até execução, milhares de novos convertidos se reúnem em casas para cultos clandestinos.

Crescimento da igreja clandestina

Organizações que monitoram a liberdade religiosa classificam a comunidade cristã iraniana como uma das que mais crescem no mundo em termos proporcionais. Há relatos frequentes de pessoas que afirmam ter tido sonhos ou visões com Jesus antes de conhecerem cristãos.

Atuação internacional

O ministério Iranian Christians International, liderado por Faridi, trabalha no evangelismo, no discipulado e na distribuição de Bíblias para fortalecer os convertidos tanto no Irã quanto em outros países muçulmanos.

Com informações de Folha Gospel