18 de junho de 2026 – A Copa do Mundo de 2026 reúne em campo 14 nações que aparecem entre os 50 piores colocados da Lista Mundial da Perseguição (LMP) a cristãos, divulgada anualmente pela organização Portas Abertas. O levantamento aponta que 388 milhões de fiéis enfrentam níveis severos ou extremos de hostilidade religiosa em todo o planeta.
Países participantes e posições no ranking
Veja a posição de cada seleção classificada para o Mundial que figura no índice de perseguição:
- Irã – 10º lugar
- Arábia Saudita – 13º
- Iraque – 18º
- Argélia – 20º
- Marrocos – 23º
- Uzbequistão – 25º
- República Democrática do Congo – 29º
- México (país-sede) – 30º
- Tunísia – 31º
- Turquia – 41º
- Egito – 42º
- Catar – 44º
- Colômbia – 47º
- Jordânia – 49º
Principais focos de opressão
Segundo o relatório, a perseguição nesses territórios se manifesta de formas distintas:
- Opressão islâmica – Motriz predominante no Norte da África e no Oriente Médio, envolve proibição ou forte restrição a cultos cristãos e punições para convertidos, como registrado em Irã, Arábia Saudita, Egito, Catar e Tunísia.
- Crime organizado e cartéis – Nações latino-americanas, caso de Colômbia e México, registram ataques a pastores e jovens que se opõem às atividades de grupos armados.
- Totalitarismo estatal e violência extremista – Em regimes de controle rígido, como o Uzbequistão, reuniões religiosas não autorizadas são vigiadas; já na República Democrática do Congo grupos armados impõem clima de insegurança às comunidades cristãs.
A presença dessas seleções no principal torneio de futebol do planeta contrasta com as restrições impostas à liberdade de crença em seus territórios de origem. A Portas Abertas reforça que o esporte proporciona visibilidade internacional para a discussão de direitos humanos e liberdade religiosa.
Com informações de Pleno.News