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Colunista questiona perdão judicial a Monique Medeiros e alerta para proteção infantil

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São Paulo, 8 de junho de 2026 – A psicanalista e colunista Marisa Lobo afirmou sentir “profunda indignação” diante do perdão judicial concedido a Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto em 2021 no Rio de Janeiro. O posicionamento foi publicado nesta segunda-feira (8) em artigo de opinião.

No texto, Marisa Lobo lembra que o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Jairinho, foi condenado a uma pena que classificou como “severa e bem merecida”. Já a absolvição de Monique, segundo ela, levanta dúvidas sobre a mensagem transmitida pela Justiça à sociedade.

A autora ressalta que o caso de Henry Borel envolveu “histórico de agressões e sinais de violência” e argumenta que pais e responsáveis têm o dever legal de proteger crianças. Para Marisa, decisões judiciais que, na sua avaliação, se afastam da proteção integral da infância precisam ser debatidas publicamente.

Em meio ao relato, a colunista recorda que profissionais como médicos, psicólogos e assistentes sociais atuam diariamente no combate a abusos, violência e negligência contra menores de idade. Segundo ela, o perdão judicial desperta a sensação de que o menino foi “novamente esquecido”.

Marisa Lobo encerra defendendo que nenhuma ideologia ou interpretação subjetiva deve se sobrepor ao direito fundamental das crianças à proteção.

O artigo carrega a assinatura da autora e contém a observação de que o conteúdo reflete exclusivamente sua opinião, não representando, necessariamente, a posição do veículo.

Com informações de Pleno.News