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Lula promove jantar com empresários e banqueiros em busca de apoio antes das eleições

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Na noite desta segunda-feira (31), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) organizou um jantar no Palácio da Alvorada, reunindo empresários e banqueiros em uma tentativa de estreitar laços com o mercado financeiro a pouco mais de um mês do primeiro turno das eleições. O evento aconteceu em um momento em que Lula busca vencer a resistência do setor financeiro em relação à sua candidatura.

Recentemente, Flávio Bolsonaro, candidato do PL à presidência e principal rival de Lula, também se encontrou com empresários em São Paulo, o que intensificou a concorrência pelo apoio do setor.

O jantar contou com a presença de 16 representantes importantes do setor privado, incluindo nomes como Joesley Batista, da JBS, e Luiz Carlos Trabuco Cappi, do Bradesco. Além deles, participaram do encontro outros empresários influentes, como:

  • André Esteves (BTG)
  • Eraí Maggi (Grupo Bom Futuro)
  • Rubens Menin (MRV Engenharia)
  • Rubens Ometto Silveira Mello (Cosan)
  • Josué Gomes (Coteminas)
  • José Seripieri Filho (Amil)
  • Henrique Constantino (Gol Linhas Aéreas)
  • André Gerdau Johannpeter (Gerdau)
  • Fábio Ermírio de Moraes (Votorantim Cimentos)
  • José Luís Cutrale Júnior (Cutrale)
  • Chaim Zaher (Grupo SEB)
  • Roberto Setúbal (Itaú Unibanco)
  • João Alves de Queiroz Filho (Hypera Pharma)
  • Ricardo Lacerda (BR Partners)

Do governo, marcaram presença o presidente do PT, Edinho Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); e os ministros Dario Durigan (Fazenda), Márcio Elias Rosa (Indústria e Comércio) e Bruno Moretti (Planejamento). Também estiveram presentes os presidentes de instituições financeiras públicas, como Tarciana Medeiros (Banco do Brasil), Aloizio Mercadante (BNDES) e Carlos Vieira (Caixa).

Na última sexta-feira (27), durante uma sabatina no Jornal Nacional, Lula afirmou que o aumento da dívida pública, que ultrapassou 80% do PIB, não o preocupa. Segundo ele, o crescimento econômico será fundamental para a redução do endividamento. “Herdei este governo com déficit fiscal de 2,8%. O Orçamento deste ano prevê um superávit primário de 0,1%”, destacou o presidente.

Fonte: Gazeta Do Povo.