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Luciano Hang contesta acusação de assédio eleitoral e defende liberdade de expressão

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Luciano Hang, fundador da rede de lojas Havan, se pronunciou sobre uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho em Goiás (MPT-GO), que o acusa de “assédio eleitoral” durante a inauguração de uma filial em Caldas Novas (GO) em agosto de 2026.

O MPT-GO alega que Hang influenciou a liberdade de voto de seus funcionários e solicita a quantia de R$ 30 milhões em danos morais coletivos, além de penalidades individuais que podem chegar a 20 vezes o último salário de cada trabalhador afetado. A ação também exige que o empresário grave um vídeo de retratação e estabeleça normas de neutralidade política nas lojas da Havan.

Em sua defesa, Hang destacou que a Justiça deve ser imparcial e que ele tem o direito de expressar suas opiniões. “A Justiça não pode ser parcial e prejudicar quem gera empregos no país. Foi exatamente isso que fiz durante a inauguração em Caldas Novas”, afirmou em nota divulgada em suas redes sociais.

O empresário explicou que discutiu a importância do trabalho e da liberdade de expressão, sem mencionar candidatos ou partidos. “Não falei de candidato. Não falei de partido. Apenas compartilhei o que penso”, ressaltou.

Hang, que tem se manifestado publicamente sobre questões políticas desde 2018, lamentou que sua liberdade de expressão esteja sendo questionada. “Quando um empresário se posiciona, acaba sendo perseguido”, disse, questionando se a democracia só é válida quando existe concordância nas opiniões.

O MPT-GO fundamenta sua ação nas declarações de Hang durante a inauguração da loja e busca garantir que os funcionários tenham liberdade para votar nas eleições, sem pressões de seus empregadores.

Fonte: Revista Oeste.

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