Uma atividade escolar em uma escola municipal de Belo Horizonte, Minas Gerais, gerou polêmica ao promover conceitos comunistas e criticar pastores evangélicos. O caso foi denunciado pela deputada estadual Flavia Borja (Podemos) após receber reclamações de pais de alunos.
No vídeo publicado no Instagram no dia 4 de outubro, Flavia expressou sua indignação ao relatar que uma aluna ficou revoltada com a atividade. “Essa atividade tem toda uma defesa do comunismo”, afirmou a deputada.
O material, elaborado por um professor de história, afirmava que “as instituições capitalistas”, como bancos e pastores evangélicos, são responsáveis por tomar os bens das pessoas. O texto ainda apresentava uma visão negativa dos evangélicos, caracterizando-os como “manipuláveis” e “sem pensamento crítico”.
Uma parte da atividade dizia: “O perfil da pessoa que é alvo desse tipo de manipulação é um homem sem estudo, evangélico e conservador. Ele não tem medo de perder seus bens. Aliás, ele dá com gosto seus bens ao pastor”.
A deputada Flavia Borja criticou a forma como a atividade retrata os evangélicos. “Está colocando aqui o público conservador e evangélico como os bobões da história”, comentou, ressaltando a gravidade da situação. “Um professor de história apresentar uma atividade que desmerece o público conservador e trata o comunismo como algo desejável é um absurdo”.
Flavia classificou a atividade como uma forma de “doutrinação comunista” e anunciou que tomará providências em relação ao ocorrido. “Vou procurar a Secretaria de Educação. Esse professor precisa ser penalizado pelo que está fazendo. Isso é uma doutrinação descarada”, concluiu.
Fonte: Guiame.









