Cidade do Vaticano – A Conferência dos Bispos Nórdicos confirmou em 29 de junho de 2026 que nenhum fiel católico pode aderir à maçonaria, reforçando que a proibição vale de forma universal e sem exceções territoriais.
Proibição ratificada
Segundo o documento divulgado na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, os bispos declararam que “os princípios teológicos e filosóficos da maçonaria são incompatíveis com a fé católica”. A orientação remonta à lei canônica e foi reiterada após encontros da conferência episcopal com o Vaticano em 2025.
Sem permissões regionais
O texto desmonta o mito de que, em países como Noruega ou Suécia, católicos poderiam participar de lojas maçônicas. A hierarquia eclesiástica sublinha que a regra é idêntica em todos os territórios e não admite exceções locais.
Consequências para o fiel
O católico que ingressa na maçonaria deve renunciar à filiação. Enquanto permanecer como maçom, o fiel é orientado a abster-se da Eucaristia e de outros sacramentos, pois a dupla militância é considerada “incompatibilidade grave” com a vida cristã.
Maçonaria não é clube social, diz Igreja
Para os bispos, a maçonaria possui rituais, símbolos e cerimônias que lhe conferem caráter espiritual próprio, o que conflita com a doutrina católica. Por essa razão, não é tratada apenas como associação beneficente ou rede de contatos.
Colaboração institucional vetada
As novas diretrizes também barram paróquias, institutos e demais organizações católicas de firmar acordos com lojas maçônicas ou usar imóveis pertencentes a elas, garantindo, segundo a Igreja, a separação clara entre as duas entidades.
As orientações passam a valer imediatamente em todas as dioceses abrangidas pela Conferência dos Bispos Nórdicos.
Com informações de Gazeta do Povo