A jornalista e comentarista Juliana Moreira Leite publicou, às 10h22 de 18 de maio de 2026, um artigo intitulado “Não é militância. É conveniência”, no qual afirma que uma parcela da direita brasileira estaria lucrando com a produção constante de escândalos.
No texto, a autora sustenta que há “uma direita que adoeceu e virou matilha”, movida por “caráter corrompido pelo hábito”. Segundo Leite, esse grupo estaria disposto a alterar versões de fatos conforme a conveniência do momento, priorizando o impacto de cliques sobre a coerência lógica.
Ela descreve o fenômeno como um “negócio”: “Grito é commodity, escândalo é produto de prateleira”, escreveu, acrescentando que a indignação se tornou ferramenta de rentabilidade, inclusive fora do país. Para Leite, esse comportamento prejudica eleitores honestos e desgasta a credibilidade do conservadorismo.
O artigo também argumenta que a prática só pode ser contida por “concorrência limpa” ou corre o risco de se expandir e “matar o organismo inteiro”, em referência ao impacto nas disputas eleitorais futuras. A jornalista conclui que, sem uma “régua única” de princípios, os próprios conservadores acabariam entregando eleições “de bandeja” aos adversários.
Juliana Moreira Leite destaca que suas colocações representam exclusivamente sua opinião e não necessariamente a linha editorial do portal onde foi publicado.
Com informações de Pleno.News