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Iraquiana foge de violência paterna nos EUA, encontra apoio na fé cristã e reconstrói a vida

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Mai, iraquiana que se mudou com a família para Nova York em 2009, decidiu abandonar o lar após anos de agressões físicas e psicológicas praticadas pelo pai, que se identificava como cristão. A jovem, então com 16 anos, buscou abrigo na casa da avó e passou a se sustentar com dois empregos enquanto cursava a universidade.

Mai perdeu a mãe aos 10 anos, ainda no Iraque, e relata que, desde então, o pai exercia severo controle sobre sua rotina, justificando o comportamento como “ira de Deus”. Nos Estados Unidos, as agressões se intensificaram. Em um dos episódios, o homem cortou todo o cabelo da filha com uma faca de cozinha por ela tê-lo deixado solto no dia do aniversário de 16 anos.

Ao perceber que era vítima de violência doméstica, a adolescente fugiu do ambiente abusivo. Embora tenha conquistado liberdade, enfrentou solidão e questionou a existência de Deus, associando a imagem paterna a uma divindade punitiva.

A virada ocorreu quando conheceu Kirk, um cristão que lhe apresentou o Evangelho. Impactada pela mensagem de misericórdia, Mai passou a frequentar a igreja, estudou a Bíblia e foi batizada, declarando ter encontrado “alegria e paz”.

Posteriormente, Mai e Kirk se casaram. Ela afirma ter perdoado o pai para “quebrar o ciclo” de violência e manter um relacionamento saudável com os próprios filhos. “Deus me deu forças para sair daquele ambiente. Hoje sei que posso ser amada e amar”, concluiu.

Com informações de Guiame