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Trump afirma que ofensiva contra o Irã está “próxima do fim” e que regime perdeu capacidade militar

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Washington (EUA) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou na noite desta quarta-feira (1.º) que a guerra travada contra o Irã deve terminar “em poucas semanas” e que o aparato militar iraniano foi praticamente destruído após um mês de ataques liderados em conjunto com Israel.

Em pronunciamento na Casa Branca, Trump afirmou que a operação “Fúria Épica”, iniciada em 28 de fevereiro, “reduziu drasticamente” a Força Aérea, a Marinha e grande parte do estoque de mísseis do Irã. Segundo o presidente, o objetivo principal é impedir que Teerã avance em seu programa nuclear.

Críticas ao acordo de 2015

Trump voltou a condenar o pacto nuclear firmado em 2015, classificando-o como insuficiente para conter a ambição iraniana de obter armas atômicas. Ele disse ter tentado resolver o impasse por vias diplomáticas, mas acusou o regime de “buscar implacavelmente” a bomba.

O republicano recordou medidas anteriores de seu governo contra Teerã, como o ataque que matou o general Qasem Soleimani em 2020, e afirmou ter tomado decisões que “outros presidentes evitaram”.

Possível encerramento em “duas ou três semanas”

De acordo com Trump, negociações com autoridades iranianas estão em curso, mas não foram divulgados critérios para encerrar a ofensiva. Ele avisou que, se não houver avanço diplomático, Washington poderá intensificar os bombardeios, inclusive contra infraestrutura energética iraniana.

Impacto no petróleo

O presidente responsabilizou o Irã pela recente alta no preço do petróleo, citando ataques a navios-petroleiros e instalações energéticas, além do bloqueio do Estreito de Ormuz. Ele sugeriu que países dependentes do combustível do Oriente Médio busquem alternativas no mercado norte-americano.

Trump ressaltou que os EUA possuem capacidade energética para enfrentar a crise e mencionou cooperação com a Venezuela no setor.

Homenagem a militares mortos

No pronunciamento, o presidente homenageou 13 soldados norte-americanos mortos na operação e afirmou que o país deve “honrar” os militares concluindo a missão. Ele encerrou dizendo que os Estados Unidos sairão “mais fortes” e que os cidadãos “em breve viverão sem a ameaça representada pelo Irã”.

Com informações de Gazeta do Povo