Caracas, 4 de janeiro de 2026 – Nicolas Maduro foi detido por forças norte-americanas em uma operação conduzida pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A ação foi apresentada por Washington como um passo para “restaurar a ordem institucional” e promover a paz na Venezuela.
De acordo com informações divulgadas nesta terça-feira, a captura do líder venezuelano é considerada um dos acontecimentos geopoliticamente mais relevantes do início de 2026. Nas redes sociais, vídeos mostram venezuelanos residentes no México comemorando a detenção.
Trump, que no ano passado foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz e recebeu da FIFA um troféu simbólico por iniciativas diplomáticas, classificou a operação como “mais uma vitória” em sua campanha por estabilidade global. “Algo terá que ser feito com o México”, declarou o ex-mandatário, sem detalhar possíveis medidas.
A repercussão internacional foi imediata. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, descreveu o episódio como um “passo para a transição democrática”. Na América do Sul, líderes exibiram opiniões divergentes sobre a intervenção norte-americana. Paralelamente, um juiz de Nova York tornou pública uma nova acusação contra Maduro.
Analistas observam que China e Rússia acompanham de perto os desdobramentos, enquanto os protestos nas redes evidenciam o desejo de parcela da população venezuelana por segurança e estabilidade.
O governo norte-americano não divulgou detalhes sobre o destino de Maduro nem sobre eventuais negociações futuras. Autoridades venezuelanas ainda não se pronunciaram oficialmente.
Com informações de Pleno.News