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Após crítica da The Economist, Gleisi Hoffmann diz que Lula está “cheio de vitalidade”

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A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, rebateu nesta quarta-feira, 31 de dezembro de 2025, o editorial da revista britânica The Economist que questionou a idade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje com 80 anos, para disputar um quarto mandato em 2026.

Em mensagem publicada na rede social X, Gleisi afirmou que o “verdadeiro risco” apontado pela revista não é a idade de um líder “cheio de vitalidade e que cuida muito bem da saúde”, mas sim a continuidade de um governo que, segundo ela, “retomou o crescimento do Brasil e não tem medo de enfrentar a injustiça tributária e social”.

A ministra classificou a The Economist como “revista do sistema financeiro global” e declarou que a publicação preferiria a candidatura de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, porque “os interesses dele não são os do país nem do povo brasileiro”.

Críticas da revista

No editorial, a The Economist argumentou que “carisma não é escudo contra declínio cognitivo” e citou o caso do ex-presidente norte-americano Joe Biden, que anunciou a candidatura à reeleição aos 81 anos antes de abrir mão da disputa em favor de Kamala Harris. A publicação também mencionou os escândalos de corrupção que marcaram os primeiros mandatos de Lula e concluiu que a idade avançada do petista seria um obstáculo para 2026.

Com informações de Gazeta do Povo