A empresária Roberta Luchsinger reiterou, neste domingo, 18, suas declarações sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feitas durante uma entrevista à CNN Brasil. Em uma postagem em seu Instagram, Luchsinger afirmou que ainda não revelou a totalidade das informações que possui e que suas acusações estão fundamentadas em provas obtidas em investigações sigilosas.
“O que eu disse não foi nem 1% do que eu sei”, afirmou Luchsinger, que mencionou a existência de três inquéritos que a impedem de divulgar os documentos publicamente. “Tudo que falei está nos inquéritos. Não sou louca. […] Falei porque estou munida de provas”, acrescentou.
Embora tenha destacado a seriedade de suas acusações, Luchsinger assegurou que seu objetivo não é causar tumulto na política, mas que não ficará em silêncio diante das ofensas que tem recebido. Durante a entrevista na CNN, ela criticou Lula por tê-la chamado de “pilantra” e descreveu sua atitude como “canalha”.
A empresária também sugeriu que o presidente estaria “esclerosado” e o acusou de mentir sobre o envolvimento de seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, com membros do governo. Luchsinger manifestou ainda interesse em um possível acordo de delação premiada.
Por sua vez, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência divulgou uma nota afirmando que Lula não tem conhecimento das acusações feitas por Luchsinger. O governo ressaltou que o presidente nunca teve contato com a empresária e questionou a credibilidade das alegações, especialmente considerando que foram feitas à véspera do segundo turno das eleições.
A nota do Planalto também destacou que a divulgação de denúncias sem comprovação durante o período eleitoral pode ser vista como uma tentativa de manipular a opinião pública, configurando uma possível interferência no processo democrático.
Fonte: Revista Oeste.









