As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos chegaram ao fim, e os resultados já são evidentes. Há exatamente dois anos, uma onda política varreu o país, mas hoje, a situação parece ter mudado, trazendo de volta um clima de incerteza e tensão.
Jesus frequentemente se envolveu nas polêmicas políticas e religiosas de sua época, sempre promovendo uma paz que vai além da compreensão humana. A paráfrase bíblica da Mensagem resume seu modo de agir: “Coloquei meu Espírito sobre ele; ele proclama justiça para as nações. Mas não gritará, não levantará a voz; não haverá tumulto nas ruas. Ele não ferirá os sentimentos de ninguém, não empurrará você para um canto.” (Mateus 12:16-20)
A resposta de Jesus aos conflitos estava enraizada em sua identidade, que transcende qualquer convicção política. Sua sabedoria e generosidade brotam de sua essência: graça e verdade.
Em um momento de agitação, Jesus pediu a uma multidão que mantivesse a calma e seguisse essa orientação, mesmo quando enfrentava a ira dos fariseus, que estavam determinados a destruí-lo (v. 14). Aqueles que conhecem o fim da história podem permanecer serenos, pacíficos e, acima de tudo, cheios de esperança: “Está consumado.” (João 19:30)
Atualmente, a cultura se manifesta nas redes sociais com zombarias, gritos e desrespeito. O diálogo dá lugar à vingança, à raiva e ao ódio. Jesus, no entanto, nos convida a promover a justiça de maneira tranquila, a viver em verdade e graça, e a deixar espaço para que os outros mudem.
Como seguidores do Criador do universo, independentemente de nossa filiação política, somos chamados a ser sal e luz, a viver com misericórdia e alegria, sempre lembrando de uma verdade fundamental: Ele tem o mundo em suas mãos.
Fonte: Christianity Today.









