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Ayrton Senna entra no Livro dos Heróis da Pátria após sanção presidencial

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Brasília — O tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna passou a integrar oficialmente o Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria nesta sexta-feira (11), após a sanção da lei que reconhece o piloto como herói nacional.

Conhecido como “Livro de Aço”, o registro fica no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, na Praça dos Três Poderes, e homenageia personalidades que contribuíram para a construção ou defesa do Brasil desde 1992.

Proposta originada no Senado

O projeto de lei que resultou na homenagem foi apresentado pelo senador Marcos Pontes (PL-SP) e relatado pelo senador Jorge Kajuru (PSB-GO). A proposta foi aprovada em decisão terminativa na Comissão de Esporte do Senado antes de seguir para sanção presidencial.

Legado além das pistas

O texto ressalta o trabalho do Instituto Ayrton Senna, fundado após a morte do piloto em 1994, que desenvolve iniciativas voltadas à educação de crianças e jovens. Em nota, a entidade afirmou ter recebido o reconhecimento com “honra e profunda gratidão”, destacando a perenidade do legado de Senna.

Carreira marcante e comoção nacional

Ayrton Senna morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após acidente na curva Tamburello, durante o Grande Prêmio de San Marino. Em dez anos de Fórmula 1, somou 41 vitórias, 65 pole positions e três títulos mundiais (1988, 1990 e 1991). Sua morte gerou um dos maiores momentos de comoção do país, e o tetracampeonato mundial da seleção brasileira de futebol, conquistado naquele mesmo ano, foi dedicado ao piloto.

Em 2023, Senna já havia sido declarado Patrono do Esporte Brasileiro. Agora, seu nome se junta a figuras como Tiradentes, Anna Néri, Anita Garibaldi, Chico Mendes, Santos Dumont e Zumbi dos Palmares no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

Com informações de Gazeta do Povo