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Universal nega participação de Edir Macedo na gestão do Banco Digimais e fala em perseguição

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A Igreja Universal do Reino de Deus divulgou nesta semana nota oficial para se desvincular da administração do Banco Digimais, alvo de operação da Polícia Federal que determinou o bloqueio de ativos financeiros da instituição.

Bispo Edir Macedo fora da gestão, afirma comunicado

Assinada pelo Departamento de Comunicação Social e de Relações Institucionais da Universal, a nota informa que o bispo Edir Macedo “não integra a administração executiva nem participa da gestão operacional, financeira ou contábil” do banco investigado. Segundo o texto, as atividades são conduzidas exclusivamente por executivos habilitados e responsáveis perante os órgãos reguladores.

A denominação acrescenta confiar “na lisura das apurações” e diz que advogados acompanham o processo para “garantir a rápida elucidação da verdade”.

Renato Cardoso critica operação e imprensa

Em pronunciamento paralelo, o bispo Renato Cardoso, liderança da igreja, classificou a operação como “perseguição” à Universal. Ele argumentou que critérios de fiscalização aplicados ao Banco Digimais teriam sido diferentes dos usados em outras instituições do Sistema Financeiro Nacional.

A assessoria de imprensa da igreja também contestou a cobertura de parte da mídia, acusando “veículos de notícias” de veicularem informações “falsas, tendenciosas e maldosas” contra Macedo e a Universal.

Defesa promete entregar documentos

O corpo jurídico que representa o grupo religioso e empresarial informou que toda a documentação contábil solicitada será encaminhada à Justiça para comprovar a integridade das operações e restabelecer a normalidade do banco.

Nenhuma autoridade policial se manifestou até o momento sobre as críticas feitas pela igreja.

Com informações de folhagospel.com