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Perdão à mãe de Henry Borel é alvo de crítica de Marco Feliciano

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Cinco anos após a morte do menino Henry Borel, o Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou o ex-médico Jairo Souza a 43 anos de prisão. O veredicto foi alcançado após dez dias de julgamento.

Na mesma decisão, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial à mãe da vítima, Monique Medeiros, apontada como cúmplice do crime por omissão. Em sua sentença, a magistrada afirmou que pedidos de condenação contra Monique estariam motivados por misoginia e argumentou que, se o acusado fosse o pai, possivelmente nem seria processado.

A medida provocou reação do deputado federal e pastor Marco Feliciano (PL-SP). Em artigo publicado nesta sexta-feira (5), Feliciano classificou a decisão como “omissão que também mata” e criticou o que chamou de “conotação ideológica” na sentença. O parlamentar pediu que responsáveis fiquem atentos a sinais de maus-tratos contra crianças e façam denúncias às autoridades competentes.

Feliciano finalizou o texto com referência bíblica e uma declaração de fé em proteção divina às crianças. Ele cumpre o quarto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e preside a Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

Com informações de Pleno.News