Brasília, 2 de março de 2026 – Em artigo de opinião publicado nesta segunda-feira (2), o deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) criticou a reação do governo Luiz Inácio Lula da Silva à ofensiva militar realizada por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã.
Para o parlamentar, a administração petista “escolheu o lado errado da história” ao não se somar ao apoio manifestado por governos ocidentais às ações de Washington e Tel Aviv. Feliciano classificou a operação como uma resposta, “ainda que tardia”, às investidas de grupos aliados de Teerã – Hezbollah, Houthis e Hamas – e citou especificamente o ataque de 7 de outubro de 2023 contra civis israelenses.
O deputado recordou declaração do assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, que disse: “Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está no exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”. Segundo Feliciano, a fala evidencia o distanciamento do Palácio do Planalto em relação à posição de aliados ocidentais.
Na avaliação do congressista, a política externa brasileira aproxima o país de “regimes autoritários”, citando a parceria com a China e a Rússia. Ele afirmou esperar que as próximas eleições resultem em um governante “alinhado às tradições judaico-cristãs” do Brasil.
Marco Feliciano cumpre seu quarto mandato na Câmara dos Deputados, é pastor evangélico, escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.
Com informações de Pleno.News