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EUA e Israel eliminam Ali Khamenei em Teerã e tensão explode no Oriente Médio

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A morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, em 2 de março de 2026 desencadeou a maior escalada militar recente entre Estados Unidos, Israel e Teerã. O ataque ocorreu durante uma operação conjunta, batizada de Fúria Épica, conduzida pelo Pentágono e baseada em inteligência da CIA.

Como o ataque foi articulado

Agentes norte-americanos monitoravam a rotina de Khamenei há meses. Informações obtidas pela CIA indicaram uma reunião da cúpula iraniana no centro de Teerã no sábado anterior ao ataque. Bombardeios foram programados para coincidir com o encontro, revelando falhas graves na segurança iraniana e resultando na morte de Khamenei e de outras figuras-chave do regime.

Motivações de Washington e Tel Aviv

O governo Donald Trump justificou a ofensiva pela estagnação das negociações nucleares e por suspeitar que Teerã enriquecia urânio para fabricar armas atômicas. Washington e Jerusalém também apontaram o apoio iraniano a grupos armados como fator decisivo para lançar a operação, cujo objetivo declarado é neutralizar a infraestrutura bélica e nuclear do país persa.

Resposta iraniana

Em retaliação, o Irã disparou mísseis e enviou drones contra instalações militares e diplomáticas dos Estados Unidos em mais de dez países, entre eles Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos. Dez mortes foram confirmadas em território israelense. Paralelamente, o Hezbollah, aliado de Teerã no Líbano, abriu uma nova frente ao atacar o norte de Israel, que respondeu com bombardeios pesados sobre Beirute.

Impacto interno no Irã

A eliminação de Khamenei criou um vácuo de poder e alimentou especulações sobre a sobrevivência do regime. Analistas apontam que a decisão de Teerã de atingir países árabes não diretamente envolvidos, como Arábia Saudita e Catar, aumentou o isolamento do Irã, já que essas nações reforçam alianças com o Ocidente e preparam possíveis contra-ataques.

Perspectivas de diálogo

Donald Trump declarou disposição para negociar com uma nova liderança iraniana, mas o Conselho Supremo de Segurança Nacional de Teerã descartou qualquer conversa. Ali Larijani, figura influente no regime, acusou Washington de mergulhar a região no caos. Especialistas estimam que as hostilidades podem se prolongar por quatro a cinco semanas, prazo calculado pelos estrategistas norte-americanos para cumprir seus objetivos militares.

Até o momento, os combates continuam sem sinais concretos de cessar-fogo, enquanto governos regionais reforçam defesas e a comunidade internacional acompanha o avanço das operações.

Com informações de Gazeta do Povo