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CPAC aprova resolução que condena uso do Judiciário contra Bolsonaro e cita Lula e Moraes

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Dallas (EUA) — A Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), considerado o maior fórum conservador do mundo, aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (26), uma resolução que repudia o que classificou como “lawfare” praticado no Brasil contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante a leitura do documento, a organizadora Mercedes Schlapp declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes estariam “abusando de poder” para silenciar adversários políticos, restringir a liberdade de expressão e influenciar as próximas eleições.

O texto também criticou decisão de Moraes que impediu a entrada no Brasil de Darren Beattie, assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Antes de ser barrado, Beattie havia solicitado autorização judicial para visitar Bolsonaro, então detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal; o pedido foi negado.

No discurso de abertura, Schlapp afirmou que o Judiciário brasileiro foi “transformado em arma política” por meio de condenações, ordens de censura, bloqueios de bens e outras restrições que, segundo ela, caracterizam Bolsonaro como “preso político”.

Realizado no Texas até sábado (28), o evento reúne diversas lideranças da direita internacional. Entre os brasileiros presentes estão o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

O fórum conservador mantém as atividades até o fim da semana, com painéis dedicados a temas como liberdade de expressão, segurança de fronteiras e estratégias eleitorais.

Com informações de Gazeta do Povo