O primeiro turno das eleições resultou na perda de mandato para 189 congressistas brasileiros, sendo 168 deputados federais e 21 senadores. Esses parlamentares, que buscavam a reeleição ou tentavam novos cargos, não conseguiram vencer nas urnas.
De acordo com um levantamento do Metrópoles, publicado nesta terça-feira, 6, com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, aproximadamente 26% dos 513 deputados em exercício tentaram se reeleger, mas não obtiveram sucesso. Além de buscar a permanência na Câmara, muitos deles concorreram a cargos no Senado, governos estaduais ou assembleias legislativas.
No Senado, figuras proeminentes como Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo Lula no Congresso, não conseguiram garantir a reeleição. Rodrigues terminou a disputa no Amapá em terceiro lugar. Da mesma forma, Ciro Nogueira (PP) ficou em terceiro no Piauí e Renan Calheiros (MDB) perdeu a eleição em Alagoas, encerrando um longo período de 22 anos como senador.
Outros ex-ministros do governo Lula também não se reelegeram, incluindo nomes como Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB), Gleisi Hoffmann (PT), Celso Sabino (PDT) e Paulo Pimenta (PT).
Essas mudanças refletem uma significativa renovação no Congresso, com um avanço conservador nas duas Casas. O Partido Liberal (PL), ligado a Jair Bolsonaro, conquistou 121 cadeiras na Câmara, enquanto as bancadas dos partidos do Centrão sofreram redução.
Para consultar a lista completa dos parlamentares que perderam seus mandatos, acesse o levantamento completo.
Fonte: Revista Oeste.









