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Ativista trans rasga Bíblia durante protesto em Nova York no 11 de Setembro

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Um ativista trans, identificado como Qween Amor, gerou polêmica ao rasgar páginas de uma Bíblia durante um protesto em frente à Prefeitura de Nova York, na sexta-feira (11). O ato ocorreu no dia em que os Estados Unidos lembravam os 25 anos dos ataques terroristas de 11 de setembro.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram Qween Amor vestido com lingerie feminina, usando chifres de diabo e segurando um crucifixo. Durante o protesto, ele abriu a Bíblia, comentou sobre seu peso e, em seguida, arrancou algumas páginas, jogando-as ao chão.

O incidente, conforme reportado pelo LifeSiteNews, foi parte de um contraprotesto que respondeu a uma manifestação anti-Islã que ocorria no mesmo local. Embora a polícia estivesse presente, não houve intervenções durante o ato de Qween Amor.

Após rasgar as páginas, o ativista leu em voz alta um trecho do livro de Miqueias, especificamente Miqueias 5:10, que fala sobre a destruição de cavalos, carros de guerra e cidades. A leitura incluiu a declaração: “Naquele dia, eliminarei os seus cavalos e destruirei os seus carros de guerra. Destruirei as cidades da sua terra e derrubarei todas as suas fortalezas.”

A gravação do ato rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando reações diversas. Muitos usuários criticaram o gesto como uma ofensa à Bíblia, enquanto outros consideraram a ação uma forma de provocar atenção pública. Um internauta questionou: “É isso que chamamos de ‘liberdade de expressão’?” e outro afirmou que a ação parecia ter sido feita para atrair repercussão nas redes sociais.

O confronto entre os grupos de manifestantes foi tenso, com a manifestação anti-Islã reunindo cerca de 100 pessoas, e cerca de 40 contramanifestantes. A polícia registrou pelo menos uma prisão, enquanto tentava conter os ânimos entre os grupos.

O protesto ocorreu em meio a cerimônias oficiais em Nova York, que lembravam as quase 3 mil vítimas dos ataques de 11 de setembro de 2001. Naquele dia, terroristas sequestraram quatro aviões comerciais, resultando na destruição das Torres Gêmeas e outros alvos, como o Pentágono. Enquanto isso, familiares das vítimas se reuniram no Memorial do 11 de Setembro para a tradicional leitura dos nomes dos falecidos.

Fonte: Guiame.

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