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Rogério Marinho busca apoio da direita para desbancar Alcolumbre na presidência do Senado

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O senador Rogério Marinho (PL-RN), atual líder da oposição no Senado, manifestou sua intenção de unir as forças da direita para derrotar Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) na disputa pela presidência do Senado, marcada para 1º de fevereiro de 2027. Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, Marinho afirmou que, se eleito, buscará diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), enfatizando a importância de uma agenda comum entre governo e oposição.

Marinho, que já ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento Regional no governo Jair Bolsonaro, ressaltou que sua candidatura não se limitará aos membros do PL. Ele acredita na necessidade de uma candidatura ampla que busque apoio entre diferentes partidos, incluindo aqueles que fazem parte da oposição e do Centrão.

O senador também comentou sobre a concorrência com a senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também está na corrida pela presidência do Senado. Apesar da possibilidade de duas candidaturas conservadoras, Marinho acredita que ambos chegarão a um entendimento antes da eleição. “A direita não se divide: se soma”, declarou ele nas redes sociais, reforçando a amizade e a parceria com Tereza Cristina.

Marinho planeja se articular com senadores de diversas legendas para aumentar sua base de apoio, já que a eleição requer a maioria absoluta dos votos, ou seja, pelo menos 41 dos 81 senadores. O atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também está em busca de renovação e mantém conversas com diferentes partidos, incluindo sua base governista.

Além das estratégias eleitorais, Marinho defende um papel ativo do Senado na relação com os outros Poderes, especialmente no que se refere ao controle e fiscalização das ações do STF. Ele enfatizou a importância de dialogar com os ministros da Corte, mesmo em meio a críticas, e reafirmou sua disposição para um entendimento institucional com o governo Lula.

A presidência do Senado é uma posição crucial, pois o eleito não apenas conduz as sessões, mas também preside o Congresso Nacional e influencia diretamente a tramitação de propostas e eventuais pedidos de impeachment contra ministros do STF.

Fonte: Revista Oeste.